O Supremo Tribunal Federal retirou da sua pauta para quarta feira dia 28/09/2011 o julgamento de Nulidade de Títulos falsos do TI Caramuru Catarina Paraguassu cedido pelo Estado da Bahia pelo então governador Roberto Santos e ACM. As Comunidades Indígenas de Pataxó Hã Hã Hãe

O Supremo Tribunal Federal retirou da sua pauta para quarta feira dia 28/09/2011 o julgamento de Nulidade de Títulos falsos do TI Caramuru Catarina Paraguassu cedido pelo Estado da Bahia pelo então governador Roberto Santos e ACM. As Comunidades Indígenas de Pataxó Hã Hã Hãe de forma organizada prepararam se mesmo que de forma urgente para ir até a capital do País para acompanhar o julgamento da ACO – 312, tão esperado há mais de 29 anos, agora o que resta é esperar pela Corte Suprema uma nova data para o julgamento do processo de Nulidade de Títulos falsos cedido pelo Estado da Bahia.

Anápuáka Muniz Tupinambá Hã Hã Hãe
Rede de Cultura Digital Indígena – Brasil

ALERTA GERAL – JULGAMENTO STF DA ACO 312 (Pataxó Hã-Hã-Hãe): QUARTA-FEIRA, 28 DE SETEMBRO

 ALERTA GERAL   JULGAMENTO STF DA ACO 312 (Pataxó Hã Hã Hãe): QUARTA FEIRA, 28 DE SETEMBRO

O Supremo Tribunal Federal marcou para a próxima quarta-feira, dia 28 de setembro, a continuidade do julgamento da Ação Cível Originária da Reserva Indígena Caramuru – Catarina Paraguassu, no Sul da Bahia, terras tradicionais dos Pataxó Hã-Hã-Hãe.

Imprescindível intensificar todo tipo de manifestação popular / entidades / articulações em favor dos índios Pataxó Hã-Hã-Hãe nos próximos dias, pra dar visibilidade nas mídias, obter manifestações junto aos ministros do STF por fax, e-mails e telefones que seguem abaixo.

 ALERTA GERAL   JULGAMENTO STF DA ACO 312 (Pataxó Hã Hã Hãe): QUARTA FEIRA, 28 DE SETEMBRO

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Escutar o outro. Uma filosofia alternativa Curso de extensão UFRJ/ Letras 24 de agosto/ 30 de novembro Vagas limitadas

yakuy 200x300 Escutar o outro. Uma filosofia alternativa Curso de extensão UFRJ/ Letras 24 de agosto/ 30 de novembro Vagas limitadas

Inscrições: a partir do dia 15/08 na Faculdade de Letras da UFRJ, setor extracurricular

Docentes: Yakuy Tupinambá, Andrea Lombardi,  Anapuaka Tupinambá, Renata Setti, Maurizio Gnerre

No dia 24 de agosto haverá a 1. Aula do curso de Extensão Escutar o outro Uma filosofia indígena na Faculdade de Letras da UFRJ (cada quarta-feira, das 13:30 às 15:10), Ilha do Fundão. Inscrições no setor de extensão da FL

Objetivo é apresentar no contexto da Instituição universitária elementos da cultura indígena, com seu patrimônio de memórias, de histórias e conhecimentos, com suas filosofias em relação à natureza, ao meio ambiente. O curso de extensão pretende contribuir para o encontro e o diálogo entre a Instituição Universitária e as tradições indígenas. O curso é aberto a alunos, docentes e à  comunidade em geral. Valorizar as competências e os saberes nativos significa permitir uma recuperação da memória. Tomar conato com essa reflexão e essa memória é um elemento para escutar o outro entre nós, pois a cultura indígena, rica de conhecimentos sobre a natureza, o convívio, pode inspirar a sociedade brasileira para reensar sua relação com a natureza. Olhar a cultura ocidental é possível a partir da cultura indígena,que é outra cultura, embora enraizada profundamente na sociedade brasileira e em sua história

Como chegar no Fundão


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Sou digital,e daí?

Crianças caiçaras descendentes de indígenas e quilombolas que moram no mangue contam suas vidas,experiências , expectativas e nos dizem:-”sou feliz? E aí?”

DSC00208 300x225 Sou digital,e daí? Por Rosane Faria

Ensinar? Sempre busquei o sentido desta palavra; mas quem ensina quem? Me pego conversando com adolescentes ao por do sol no mangue num bar improvisado por um dos moradores; uma mistura de aconchego,tranquilidade, troca de informações e afetos. Eles consomem Globo; adoram Faustão; vestem a última moda das personagens principais das novelas que compram com auxilio da bolsa família as réplicas ching ling ; saem com varios parceiros ,mas sonham com um casamento de princesa e com um companheiro fiel e provedor; assistem a mãe ser espancada por seu atual marido numa versão catastrófica de reprodução dos demais parceiros anteriores. Olho para o mangue  pensativa… o que fazer? Como ajudar? Palavras?  Só lembro-me de minha bisavó:”"palavras o vento carrega…” aprendi muito cedo com ela! A interação com palavras não se chega muito longe. Essa mistura de pobreza; mulher com pouca afetividade recebida na infância; pouco sonhos e expectativas em sua vida; baixa autoestima por não conseguir ser amada de maneira dita “normal”,mas que todo ser humano quer ,com respeito, lealdade, verdade , tolerância e perdão.Penso que a condição legal que impôs a mulher a obrigatoriedade de suprir financeiramente  seus filhos, mas não obrigou ao homem assumir paternidade socio-afetiva; só tem gerado crianças largadas pelas ruas,ou sendo criadas por outras crianças.Que sonhos essas meninas/mulheres podem sustentar que irão além  da certeza de saberem da sobrecarga  futura de estarem com  homens que fazem seus filhos e escapam de suas obrigações sociais pela lei e ainda acham que é normal serem agredidas psicologicamente  e fisicamente?Onde estão os homens?Onde estão os pais? Pais que participam da vida das crianças, da divisão das responsabilidades e compromissos, da presença, das promessas cumpridas à mãe e aos filhos. Neste universo onde não tem DNA porque na pobreza pouco importa; só um futuro resta: serem  mães; arranjarem  trabalhos que mal os sustentem; pedir favores; buscar auxílios públicos e ir vivendo a vida , como falam… reproduções,apenas reproduções de misérias que levam a agressividade, violência  e descaso. Leia Mais… Sou digital,e daí? Por Rosane Faria

CARTA ABERTA DE YAKUY TUPIMAMBÁ PARA A COMISSÃO PARLAMENTAR DOS DIREITOS HUMANOS

Senhores Parlamentares da Comissão de Direitos Humanos, a necessidade que se faça um Projeto de Lei, que ampare não somente, o indígena aldeado, mas também, o indígena urbano, bem como divulgar, promover e garantir a cultura e a interlocução dos Povos Autóctones com a sociedade aqui criada, através de implantação de Centros Culturais dos Povos Originários, onde seremos os protagonistas. Incluir, toda nossa trajetória desde o século XVI, a Contemporaneidade, assim como,exigir a mudança de publicações dos historiadores que ainda insistem dizer que o Brasil foi descoberto e as nossas referências se encontram no pretérito perfeito: viviam, caçavam, plantavam, pescavam etc., que são levadas ao conhecimento do público estudantil.

Ainda hoje, somos tratados como “bichos”, e passamos de originários a invasores, uma ameaça a soberania nacional, e a sociedade aqui instalada.

A percepção que temos, é que o sistema conspira contra, e de forma muito mais perigosa que os invasores portugueses, é sutil, somos perseguidos, assassinados, discriminados, desrespeitados e usados para satisfação de interesses econômicos e intelectuais. Leia Mais… CARTA ABERTA DE YAKUY TUPIMAMBÁ PARA A COMISSÃO PARLAMENTAR DOS DIREITOS HUMANOS

IV CONGRESSO NACIONAL DE COMUNICAÇÃO INDÍGENA – MÉXICO, PUEBLA

Ele convoca o IV Congresso Nacional de Comunicação Indígena a ser realizada no território do Vale Náhuatl Ajalpan, Puebla, no sopé da Serra Negra, em 3, 4 e 5 de agosto de 2011. Estes são os objetivos:

OBJETIVO GERAL:

Fortalecer os processos organizacionais e comunidades indígenas para fazer valer os direitos de comunicação e informação baseada em comunidades social, cultural e linguística e povos indígenas.

ivcnci IV CONGRESSO NACIONAL DE COMUNICAÇÃO INDÍGENA   MÉXICO, PUEBLA

Objectivos específicos.

Projetando com os resultados de um Congresso Nacional de Comunicação Indígena.

Progresso na articulação nacional das comunidades indígenas e em ações e projetos prioritários nacionais.

Plano para a agenda nacional e internacional para a Segunda Cúpula Continental dos Povos Indígenas Comunicação Abya Yala.

Identificar e analisar o próprio pensamento, tornando-compromissos de comunicação indígenas com os povos indígenas.

Construção de novas estratégias para promover e influenciar o desenvolvimento de reformas legislativas que buscam afirmar direitos de comunicação para os povos indígenas.

META

Reunindo 350 comunidades indígenas com o objetivo de fortalecer e de geminação os processos organizacionais de comunicação indígena nacional e internacional.

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SOU DIGITAL,E DAÍ?

Este projeto da WBI  é o resultado da parceria da professora de artes visuais readaptada da Prefeitura do Rio de Janeiro e especialista em gestão e produção cultural Rosane Faria com o tecnólogo de Informação ( TI ) Anapuaka Muniz Tupinambá Hã Hã Hãe, e  destina-se a instrumentalizar os alunos moradores do sub-bairro de Itapuca e Grumari frequentantes da Escola Municipal Professor Vieira Eazenda a trabalhar com novas tecnologias audiovisuais e midiáticas. Tem-se como meta prioritária o apropriação das linguagens tecnológicas em defesa do meio ambiente; fomentar a cultura através de propostas de  levantamento e  registro, assegurando proteção e promoção do patrimônio imaterial. Sabe-se que a região do Grumari e no Caminho do Itapuca existem comunidades tradicionais quilombola e indígena, que se encontram em condições precárias de subsistencia .

Dona Adelina,ou Tia Dê, assim chamada  carinhosamente ; uma senhora de 81 anos, que a mais de 40 cuida das crianças da região de Itapuca.É descendente Xavante ;vindo para o Rio de janeiro ainda jovem, mas com um coração enorme que a motivou inicialmente a alimentar as crianças que íam para sua modesta residência por estarem com fome, e posteriormente ,tornando-se referencia local de amor ao proximo com suas ações firmes e metas claras a serem alcançadas. Coseguiu apoio da Pastoral da Criança ;e hoje, em parceria,conseguiu diminuir a mortalidade infantil da região.

DSC00196 300x225 SOU DIGITAL,E DAÍ?

Tia Dê

Jean Wyllys integra delegação para averiguar violência contra tribos indígenas do sul da Bahia

Uma delegação composta pelo deputado Jean Wyllys e integrantes da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, em conjunto com o Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa, viajou, na manhã desta quinta-feira (01), para uma visita às tribos indígenas Pataxó Hãhãhãe e Tupinambá, do sul da Bahia.

O encontro tem como objetivos verificar a situação de violência e atuação de milícias armadas nas áreas ocupadas pelas tribos, onde se procedeu ao cumprimento de mandados de reintegração de posse e demais áreas, bem como analisar o andamento da ACO 312 – em tramitação no Supremo Tribunal Federal acerca da nulidade de títulos incidentes na Terra Indígena Caramuru/Catarina Paraguassu.

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SECRETÁRIO DE JUSTIÇA, CIDADANIA E DIREITOS HUMANOS SE REUNE COM LIDERANÇAS TUPINAMBÁ.

O Secretário de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos do Estado da Bahia, Almiro Sena, se reuniu neste
dia 07 de abril de 2011, com a comunidade indígena Tupinambá de Olivença e outros segmentos da
sociedade regional do sul da Bahia.
O evento com as lideranças indígena ocorreu na comunidade da Serra do Padeiro, a partir de uma solicitação
do cacique Babau, quando de sua vista ao Secretário em Salvador na última semana de março. Fizeram-se
presentes vários cacique do povo Tupinambá e uma quantidade significativa de lideranças, além da cacique
Ilza e lideranças do povo Pataxó Hã-Hã-Hãe. Também estava presente o coordenador de políticas para os
povos Indígenas do Estado da Bahia, Jerry Matalawê e Nádia Caua, da coordenação de cultuar do Estado.
Luís Titiah esteve presente pela Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais
e Espírito Santo e como membro da Comissão Nacional de Política Indigenista. A Prefeitura de Buerarema
se fez representar pelo prefeito Mardes Monteiro e do Secretário de Agricultura, Gildásio. O administrador
regional da Funai, Antonio Paes e o chefe da Coordenação Técnica Local de Ilhéus, Nicolas Melgaço alem dos
servidores Cornelius e Rebeca.
Também estiveram presente o Conselho de Cidadania, a coordenação Diocesana das CEB’s, Conselho
Indigenista Missionário, Comissão Pastoral da Terra, Missionárias Agostinianas Recoletas, Ouvidoria Cidadã
da Defensoria Pública do Estado, núcleo de Ilhéus.
Após um rico relato da situação vivenciada pelos Tupinambá no sul da Bahia, feito pelo cacique Babau, o
Secretário referendou o compromisso do Governo do Estado na defesa e garantia dos direitos humanos
e colocou-se a disposição das lideranças indígenas presentes na busca de soluções que venham trazer
tranqüilidade para todos na região. Almiro Sena colocou: “Tenho apenas 70 dias a frente da Secretaria,
mas já tive oportunidade de receber comitivas dos povos indígenas, bem como também de receber
representantes dos pequenos agricultores… Em relação a algumas justas reivindicações feitas pelas
lideranças indígenas, aquilo que não cabia a nossa Secretaria, acionamos outras Secretarias”. “Outro
objetivo que nos trouxe aqui é ver a realidade de perto, ouvir e conhecer as comunidades, entendemos que o
Governo da Bahia tem como um dos principais desafio a resolução desta problemática das terras indígenas
no sul da Bahia”.
O Secretário Sena se colocou como um mediador neste impasse, e que após ouvir a comunidade indígena
também iria ouvir os pequenos produtores, e em seguida iria propor outra reunião em Salvador para
conjuntamente índios e pequenos produtores e autoridades buscar soluções que venham a solucionar este

Filme sobre a Aldeia Guarani Mbyá de Camboinhas, Niterói - RJ

No dia 18 de julho de 2008, a aldeia guarani Mbyá, Tekoá Itarypu, foi criminosamente incendiada. As ocas, a escola das crianças, instrumentos, livros sagrados, quase nada restou ao fogo. No dia 13 de setembro desse mesmo ano foi comemorada a reconstrução da aldeia sob o nome de Tekoá Mboy-ty, e a esperança da aldeia e de seus apoiadores foi reacesa.

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