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Três famílias inteiras de Indígenas são espancadas a pauladas em aldeia no Sul da Bahia por pistoleiros

Em sua totalidade, os índios conhecidos sob o etnônimo englobante Pataxó Hãhãhãe abarcam, hoje, as etnias Baenã, Pataxó Hãhãhãe, Kamakã, Tupinambá, Kariri-Sapuyá e Gueren. Habitantes da região sul da Bahia, o histórico do contato desses grupos com os não-indígenas se caracterizou por expropriações, deslocamentos forçados, transmissão de doenças e assassinatos. A terra que lhes foi reservada pelo Estado em 1926 foi invadida e em grande parte convertida em fazendas particulares. Apenas a partir da década de 1980 teve início um lento e tortuoso processo de retomada dessas terras, cujo desfecho parece ainda longe, permanecendo a Reserva sub-judice.

Na madrugada de sexta feira dia (18), por volta das 02hs da manhã, a fazenda foi cercada por de 15 pistoleiros fortemente armado com armas de alto calibre e porretes de madeira, eles cercaram as casa das três famílias indígenas dentro na área indígena T.I. Caramuru Catarina Paraguassu na região de Água Vermelha, a 45 minutos de Pau Brasil BA, 534 km de Salvador, a fazenda retomada pelos indígenas da etnia Pataxó Hã hã hãe, a mais de um ano, que estava sendo utilizada em agricultura familiar e sendo preparada para ritual do Toré para agradecer aos espíritos antepassados o bom fechamento do ano e um grande ritual sagrado para a cultura dos Pataxós Hã hã hãe. Continue lendo Três famílias inteiras de Indígenas são espancadas a pauladas em aldeia no Sul da Bahia por pistoleiros

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Mais Novidades! Acadêmico WBI é na Web Brasil Indígena para pesquisadores e estudantes indigenas

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Abaixo Assinado:O Sonho do Povo Tupinambá de Olivença – por Yakuy Tupinambá (novo parente da WBI)

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Foto: Marisa Vianna - Indios Tupinambá de Olivença - BA em Camaçari - 2007

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Preocupados com a violência e as constantes agressões, físicas, morais e culturais experimentadas pelo povo TUPINAMBÁ no sul da Bahia, consideramos que é de suma importância a urgente proteção constitucional sobre o seu território através da demarcação nos termos do Processo de nº 08620.001523/2008, em tramitação nesta FUNAI, identificado como: Terra Indígena: Tupinambá de Olivença. Família Lingüística: Tupi, localizada nos Municípios de Ilhéus, Buerarema e Uma no Estado da Bahia com Superfície: 47.376 Ha. Perímetro: 150 km. Sociedade Indígena: Tupinambá de Olivença. População: cerca de 3000 indivíduos. Identificação e Delimitação: Grupo Técnico constituído pela Portaria nº 102/PRES, de 22 de janeiro de 2004. Antropóloga Coordenadora: Susana Dores de Matos Viegas. Diante do exposto, solicitamos os bons préstimos de Vossa Senhoria para que seja dada a prioridade absoluta na tramitação dos atos destinados a homologação do referido território para que esse povo possa viver em sua terra sem males. Continue lendo Abaixo Assinado:O Sonho do Povo Tupinambá de Olivença – por Yakuy Tupinambá (novo parente da WBI)

Apropriação, compartilhamento, experiências livres: resumo da mesa sobre comunicação digital

Apropriação das novas tecnologias para produção de informação e consequente ampliação da comunicação, ciberativismo, midialivrismo, copyright X cultura livre, propriedade intelectual, diploma de jornalismo foram alguns dos temas abordados na mesa de discussão da manhã deste terceiro dia do Seminário Internacional do Fórum da Cultura Digital Brasileria. Participaram do debate: Ivana Bentes, da UFRJ e do pontão ECO, Alex Primo, da UFRGS, Anapuaká Muniz, da Web Brasil Indígena, Jean Burgess, pesquisadora australiana co-autora do “Youtube e a Revolução Digital”, Jamie King, do Vodo.net e o moderador André Deak, curador do eixo comunicação do Fórum da Cultura Digital. Continue lendo Apropriação, compartilhamento, experiências livres: resumo da mesa sobre comunicação digital

DEFICIENCIA NA SAÚDE INDIGENA Pataxó Hãhãhãe

DEFICIENCIA NA SAÚDE INDIGENA

Pataxó Hãhãhãe

“Humanos INDIGENAS SOFREM COM A ASSINTÊNCIA DA FUNASA”

Aqui no posto de saúde de Água Vermelha, não tem energia e por isso falta água, que também não funciona a cadeira de odontologia, que também prejudica a comunidade necessitada indígena.

Água Vermelha é uma região habitada por índios da etnia Pataxó Hãhãhãe, tem uma população de aproximadamente uns 800 índios, A saúde dos moradores é bastante prejudicada devido à água de consumo que é poluída, há também muita carência nos procedimentos das visitas domiciliarem até mesmo para os pacientes que toma remédios de controle. Aqui tem vários casos de diabete, hipertensão, um caso de hanseníase e outros. Continue lendo DEFICIENCIA NA SAÚDE INDIGENA Pataxó Hãhãhãe

Tradicional prédio do antigo MUSEU DO ÍNDIO, no Maracanã (RJ), patrimônio público tombado, tem projeto para ser demolido e transformado em estacionamento.

Um pouco da História do Antigo Museu do Índio localizado no Maracanã, no Rio de Janeiro

O terreno onde funcionou de 1952 a 1977, a primeira sede do Museu do Índio, foi vendido, durante o Fórum de Palermo, em 18 de julho de 1865. Conforme consta da escritura lavrada a fls. 138 do Livro, n. 213, no segundo ofício de Notas, documento arquivado no Ministério da Justiça e Negócios Interiores, constando como vendedores o Comendador Manuel José de Bessa e sua mulher Dona Maria Constança Ferreira de Bessa e comprador o Capitão Tenente Antônio Coelho Fragoso, na qualidade de representante de sua Alteza Real o Senhor Duque de Saxe, que mais tarde vem a doá-lo.

A União Federal, proprietária do imóvel, por força do registro do RGI, Cartório do 11 Ofício, Livro 2-U/), fls. 04, na matrícula n. 62.610, faz, em 27 de setembro de 1984, um contrato de doação do imóvel para Companhia Brasileira de Alimentos – COBAL, Empresa Pública Federal, criada pela lei delegada 6 de 26/09/1962,constituída sob a forma de sociedade por ações e que em virtude da fusão,criada pela Lei 8.029 de 12/04/1990,passou à nova denominação de Companhia Nacional de Abastecimento, CONAB.

Segundo a cláusula terceira do referido contrato foi arbitrado o valor de 13.931.301,00 ( treze milhões, novecentos e trinta e um mil e trezentos e um cruzeiros), incluído o Museu do Índio que já funcionava na Avenida Maracanã 252, esquina da Rua Mata Machado, por onde tem o n. 127 (duas frentes) na Freguesia de Engenho Velho. Continue lendo Tradicional prédio do antigo MUSEU DO ÍNDIO, no Maracanã (RJ), patrimônio público tombado, tem projeto para ser demolido e transformado em estacionamento.

Fórum sobre educação reúne os povos indígenas da Bahia

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Organizado com o objetivo de facilitar o diálogo entre os povos indígenas da Bahia e a Secretaria da Educação do Estado, o Fórum Estadual de Educação Escolar Indígena reúne, nos dias 15, 16 e 17 de outubro, representantes de toda a comunidade indígena baiana. Continue lendo Fórum sobre educação reúne os povos indígenas da Bahia

Provimento nº 18 atende reivindicação do registro civil indígena

A partir desta quinta-feira, 6 de agosto, indígenas de Mato Grosso do Sul poderão realizar o registro civil nas serventias extrajudiciais de modo diferente. Isto porque está publicado no Diário da Justiça nº 2021 o Provimento nº 18, da Corregedoria Geral de Justiça, o qual estabelece que o registro civil poderá ser solicitado diretamente nas serventias extrajudiciais, sem a necessidade de um acompanhante da Funai e do registro administrativo.

Além disso, a norma possibilita que constem no documento de registro informações como etnia e aldeia de origem dos pais.A medida veio atender a uma reivindicação antiga dos próprios indígenas, os quais tinham dificuldades, por exemplo, para que constasse no registo civil, comum a todos os demais brasileiros, a sua etnia ou até mesmo o seu próprio nome indígena.

Além disso, para solicitar o registro civil até então, o indígena sul-mato-grossense precisava, Continue lendo Provimento nº 18 atende reivindicação do registro civil indígena

Convite ao Blog Acadêmico / Web Brasil Indígena

Como se Cadastrar no Portal Acadêmico / Web Brasil Indígena

03 passos apenas

1. Acesso o portal: www.webbrasilindigena.org
2. Dentro de nosso portal clique no link da imagem do Blog Acadêmico no post na pagina principal WBI;
3. Será encaminhado para o Blog Acadêmico (www.webbrasilindigena.org/academico), onde na parte inferior lado direito tem um painel de acesso onde se encontra o REGISTRAR clique será encaminhado para pagina de registro. E pronto e só preencher e com Usuário e Senha e já é um MEMBRO e Seja Bem Vindo da Acadêmico / Web Brasil Indígena.

Rosane Faria
Portal Web Brasil Indígena

MPF inspeciona escolas indígenas no litoral norte do estado da Paraiba

Falta de merenda escolar foi um dos problemas encontrados

Escola sem água e luz, alunos dispensados de assistir aula por falta de merenda; salas de aula pequenas, escuras e não arejadas; escolas sem biblioteca; professores e funcionários sem receber nenhum pagamento por causa de conflito político entre prefeitura e comunidade. Este foi o quadro encontrado em inspeção realizada, no dia 5 deste mês, nas escolas indígenas do litoral norte do estado, pelo Ministério Público Federal na Paraíba, (MPF), Fundação Nacional do Índio (Funai) e representante indígena no Conselho Estadual de Educação da Paraíba. Continue lendo MPF inspeciona escolas indígenas no litoral norte do estado da Paraiba

COMISSÃO TUPINAMBÁ EM BRASÍLIA

A Comissão de Caciques do povo Tupinambá de Olivença, do sul da Bahia, está em Brasília para tratar da segurança do povo durante o processo de demarcação de sua terra. Hoje, 12 de agosto, pela manhã, eles participaram de Audiência Pública na Câmara dos Deputados sobre a demarcação de seu território.

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O FÓRUM DE LUTA E OS POVOS INDÍGENAS NO SUL DA BAHIA

Todos nós sabemos que há muito tempo a região cacaueira vem passando por crises econômicas, sem que os seus auto-proclamados “representantes políticos” consigam apontar uma solução. Desemprego, falta de moradia e de saneamento, violência e degradação ambiental são o resultado direto do modelo de desenvolvimento imperante no Sul da Bahia, e não acontecem por causa das publicações dos relatórios de identificação das terras indígenas, ou por conta da regularização do território Pataxó Hã-Hã-Hãe, e muito menos pela abertura das áreas de reforma agrária. Continue lendo O FÓRUM DE LUTA E OS POVOS INDÍGENAS NO SUL DA BAHIA